22/01/2026
Campus Anápolis

Com uma trajetória marcada por ousadia, excelência acadêmica e reconhecimento nacional, o Programa de Pós-Graduação em Movimento Humano e Reabilitação (PPGMHR) da Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) consolida-se como um dos principais programas da área no Brasil. Avaliado e reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o programa teve recentemente a renovação do conceito 4, resultado que garante a continuidade do mestrado e do doutorado e reforça a qualidade do ensino e da pesquisa desenvolvidos na instituição.

A história do programa começou a partir de um ideal coletivo de professores dos cursos de Educação Física e Fisioterapia, que imaginavam a criação de um programa de pós-graduação stricto sensu na área do movimento humano. Segundo o professor Luis Vicente Franco de Oliveira, fisioterapeuta, doutor em Ciências da Saúde e docente da UniEVANGÉLICA há oito anos, a proposta foi formalmente encaminhada à CAPES entre 2019 e 2020. “Foi uma proposta bastante audaciosa, porque solicitamos a abertura do mestrado e do doutorado ao mesmo tempo. Isso não é comum na CAPES, que normalmente autoriza primeiro o mestrado para, depois de sua consolidação, permitir o doutorado”, destaca o professor.

A proposta deu certo e a UniEVANGÉLICA tornou-se a primeira instituição privada do Brasil a obter autorização para abrir simultaneamente um programa de mestrado e doutorado na área, resultado de um projeto bem estruturado, do alto nível do corpo docente e dos investimentos realizados pela reitoria e pela mantenedora da universidade.

O programa iniciou suas atividades em 2020 já com conceito 4, considerado “bom” na escala de avaliação da CAPES. Em 12 de janeiro de 2026, após a divulgação dos resultados da avaliação quadrienal — processo que analisa todos os programas de pós-graduação stricto sensu do país a cada quatro anos —, o PPGMHR confirmou a manutenção do conceito 4, reafirmando sua solidez e credibilidade acadêmica. “Receber novamente a nota 4 é uma grande conquista para a instituição. Isso nos dá o direito de continuar com o mestrado e o doutorado e demonstra que estamos no caminho certo”, afirma Luis Vicente.

A avaliação da CAPES considera três grandes dimensões. No projeto do programa e na estrutura física e docente, que envolvem laboratórios, qualificação dos professores e organização acadêmica, o PPGMHR obteve nota 5, conceito considerado “muito bom”. O fator que manteve a média geral em 4 esteve relacionado à produção científica discente, aspecto esperado em um programa ainda jovem, com pouco mais de cinco anos de funcionamento.

Mesmo assim, o programa já alcança forte reconhecimento nacional e apresenta destaque também no cenário internacional. Um dos pontos mais bem avaliados foi justamente a internacionalização, que recebeu nota máxima. O programa mantém intercâmbio com pesquisadores e instituições da Europa e dos Estados Unidos, além de receber regularmente professores estrangeiros que desenvolvem projetos conjuntos e permanecem por períodos prolongados na universidade.

O sucesso do PPGMHR também é atribuído ao trabalho coletivo. O professor Luis Vicente destaca a contribuição da professora Cláudia Santos, coordenadora de Pesquisa e docente do programa, além do apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, do coordenador do stricto sensu professor Iransé Oliveira, do pró-reitor professor Sandro Dutra e Silva, bem como da Reitoria e da Associação Educativa Evangélica (AEE), mantenedora da UniEVANGÉLICA.

“Sem o apoio institucional, o empenho dos professores e o compromisso dos alunos, esse programa não existiria. Somos muito orgulhosos dessa conquista e agora assumimos um novo desafio: alcançar o conceito 5 no próximo quadriênio”, conclui.