A Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) iniciou o novo ciclo do Programa de Residência Médica com a chegada de 38 médicos residentes, que passam a integrar as atividades de formação especializada da instituição em 2026. A acolhida oficial ocorreu na manhã do dia 2 de março, às 8h, no miniauditório do Edifício Daisy Fanstone, reunindo gestores acadêmicos, representantes da área da saúde e os novos residentes.
Compuseram a mesa diretiva o vice-coordenador da Comissão de Residência Médica (COREME) da UniEVANGÉLICA, Kassem Saidah; a coordenadora dos Departamentos de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Misericórdia de Anápolis, Dieyme Souza; o reitor da UniEVANGÉLICA, Carlos Hassel Mendes; o presidente da Associação Educativa Evangélica (AEE), Ernei de Oliveira Pina; e o coordenador da Comissão de Residência Médica (COREME) da UniEVANGÉLICA, Sérgio Mota da Silva Júnior.
Durante a abertura, o coordenador da COREME, Sérgio Mota da Silva Júnior, deu as boas-vindas aos novos residentes e destacou o início das atividades acadêmicas e assistenciais. “Boas expectativas, estou vendo aqui muitas caras novas. Sejam muito bem-vindos”, afirmou. Ele também explicou que o encontro teria como objetivo apresentar orientações iniciais sobre a rotina do programa, o calendário do ano letivo e esclarecer dúvidas dos participantes.
Representando a mantenedora da instituição, o presidente da AEE, Ernei de Oliveira Pina, ressaltou que o aumento no número de residentes demonstra o fortalecimento da formação médica promovida pela universidade e representa motivo de grande satisfação para a mantenedora. Durante sua fala, também incentivou os participantes a aproveitarem plenamente o período de formação. “Que esse tempo que começa agora seja rico e proveitoso, não somente no trabalho, no aprendizado e na formação, mas que vocês façam deste local onde estarão a sua própria casa”, afirmou.
O reitor da UniEVANGÉLICA, Carlos Hassel Mendes, enfatizou a importância da residência médica no cenário educacional brasileiro. Segundo ele, o número de profissionais que conseguem acessar esse nível de formação ainda é reduzido no país. “Eu sei o filtro que vocês passaram para estarem aqui. Então aproveitem bem essa oportunidade de consolidar o processo de ensino-aprendizado”, afirmou.
O reitor também apresentou oportunidades acadêmicas oferecidas pela instituição, destacando iniciativas voltadas à pesquisa científica. Entre elas está o desenvolvimento de um programa de iniciação científica voltado também para os médicos residentes, além da possibilidade de integração com os programas de pós-graduação da universidade, que atualmente conta com quatro mestrados e dois doutorados.
Além das falas institucionais, o encontro contou com um momento para que os novos residentes se apresentassem aos colegas, supervisores e gestores presentes. A programação foi encerrada com um momento de confraternização, com lanche oferecido aos participantes, favorecendo a integração entre os profissionais e a equipe acadêmica.
São aquelas que o médico pode fazer logo após se formar em Medicina:
Essas exigem que o médico tenha feito outra residência antes (geralmente Clínica Médica ou Pediatria):
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