Entre teoria e prática, a formação universitária ganha ainda mais significado quando o conhecimento ultrapassa os muros da instituição e chega à comunidade. Foi com esse propósito que os acadêmicos do curso de Biomedicina da Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) desenvolveram ações extensionistas por meio da disciplina de Extensão em Educação Microbiológica, promovendo iniciativas voltadas à educação em saúde, à prevenção de doenças e à conscientização sobre hábitos que contribuem para a qualidade de vida da população.
As atividades foram realizadas em feiras livres, instituições de atendimento à comunidade e espaços públicos, aproximando o conhecimento científico da realidade das pessoas de maneira acessível, prática e interativa. Durante as ações, os estudantes abordaram temas como segurança alimentar, prevenção de doenças infecciosas, higienização correta das mãos, manipulação segura de alimentos e a importância do controle dos microrganismos para a promoção da saúde.
Para ampliar o alcance das informações e estimular a participação do público, os acadêmicos promoveram palestras, demonstrações práticas, distribuição de materiais educativos e orientações individuais. A iniciativa buscou incentivar a adoção de hábitos simples, mas essenciais para reduzir riscos de contaminação e prevenir doenças, reforçando o papel da educação em saúde como ferramenta de transformação social.
As ações envolveram diferentes públicos, entre eles consumidores, comerciantes, produtores rurais, crianças e famílias. Com o uso de metodologias participativas, os estudantes adaptaram a linguagem científica ao cotidiano da população, tornando os conteúdos mais compreensíveis e despertando o interesse dos participantes.
Entre os recursos utilizados estiveram banners educativos, panfletos informativos e demonstrações práticas com luz violeta para evidenciar a eficácia da higienização das mãos. A atividade permitiu que os participantes visualizassem, de forma concreta, a importância da lavagem correta das mãos na prevenção da transmissão de microrganismos, tornando o aprendizado mais dinâmico e impactante.
Além de contribuir para a conscientização da comunidade, a experiência extensionista fortaleceu a formação dos futuros biomédicos ao proporcionar vivências que unem conhecimento técnico, comunicação científica e responsabilidade social. Ao levar informações baseadas em evidências para diferentes públicos, os acadêmicos desenvolveram competências fundamentais para a atuação profissional, compreendendo a educação em saúde como um instrumento essencial para a prevenção de doenças e a promoção do bem-estar coletivo.
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